Namorar meninas menores de idade

A menor de idade não pode fazer prevalecer sua vontade, pois é incapaz, por disposição legal, de discernir. Seus pais é que decidem por ela até os 16 anos. Dos 16 aos 18, sua vontade só vale se os pais cncordarem (são seus assistentes necessários). Menor de idade só pode casar se os pais deixarem. Questões a respeito de ser crime namorar menor de idade são bastante comuns, pois envolvem situações distintas. As regras a respeito do assunto não são tão diretas, e o entendimento torna-se difícil. Na prática, depende do consentimento e da capacidade de consentimento do menor de idade. Isso implica, por consequência,… Continuar lendo Sexo praticado com um menor de idade é considerado um crime grave passível de prisão. E caso os pais permitam um namoro com o seu filho de menor, ele pode responder criminalmente perante a justiça por ser complacente. A idade permitida para namorar um menor no Brasil é a partir dos 14 anos de idade. Garotas menores de idade contam os prós e os contras de seus namoros com homens maiores.. Veja o que diz a lei: ENTRE 14 E 17 Com 14, 15, 16 e 17 anos, a lei diz que os (as) adolescentes têm capacidade de consentir com a transa. Portanto, se for consentido, o (a) adolescente pode transar mesmo que o (a) parceiro (a) seja maior de idade Aos 13 anos, meninas estão se descobrindo, deixando de lado as bonecas, criando planos e aprendendo. Mas não em Bangladesh, onde 29% das meninas se casam antes de completarem 15 anos e 65% delas, antes dos 18.Apesar de haver uma lei que proíbe o casamento de menores de idade, a cultura fala mais alto e deixar uma garota solteira depois dessa idade é prejuízo para a família – em termos ... Se você for homem e namorar uma menor, mesmo consentido, e ela disser que foi estupro você já era. Isso está na página oficial do STJ no facebook: 'O STJ já decidiu que, em se tratando de delitos sexuais, a palavra da vítima tem alto valor probatório, considerando que crimes dessa natureza geralmente não deixam vestígios e, em regra, tampouco contam com testemunhas.' Preciso de um esclarecimento, tenho 29 anos, fiquei com uma garota somente uma vez ela tem 13 anos, apenas nos beijamos não rolou mais nada que isso, isso ocorreu ja tem dois meses, estou arrependido e preocupado, li em vários foruns que namorar ou ficar com menores (desde de que não haja sexo) não é crime, isso é verdade? Site e Aplicativo de encontros , bate papo, amizades, Chat gratuito com solteira(o)s online e até sexo sem compromisso em Sobradinho, Distrito Federal Homem entre 18 a 25 anos e mais...' Tenho 11 anos e quero namorar com alguém menor de idade', Homem entre 18 a 25 anos Sobradinho Questões a respeito de ser crime namorar menor de idade são bastante comuns, pois envolvem situações distintas. As regras a respeito do assunto não são tão diretas, e o entendimento torna-se difícil. Na prática, depende do consentimento e da capacidade de consentimento do menor de idade. Isso implica, por consequência, na idade do menor. Quero conhecer meninas de 12 a 16 anos, para namoro serio De wesley em 17/12/2011 17:33:46 a partir de 189.11.230.81

Garotas mais novas estão se atraindo por mim

2020.09.11 18:39 Enscie Garotas mais novas estão se atraindo por mim

Opa pessoal, eu tenho 24 anos, mas não aparento... Não sou virgem e tal...
Ultimamente tenho notado que garotas mais novas no meu bairro, entre 14 e 18(apenas uma) tem se atraído por mim... (Vejo olhares, os moles, abertura para conversa, ai pergunto idade e vaso... kkk)
Mas eu me sinto desconfortável com moças mais novas, sei que após 16 pode rolar namoro se os pais permitir e sexo se ela consentir... Mas me senti quebrando uma lei ou violando a menina se for menor, sendo sincero me sinto melhor se tem mais de 21, fico mais tranquilo. Mas talvez oq sempre me relacionei com gente mais velha, minha Ex 26, e antes dela mulheres de 27, 38 e 40 anos.. E não sei se namorar uma jovem de 16 ou 17 seria legal mano... E nem sei os gostos e tal.. me sinto perdido... o que vcs podem dizer sobre isso?
Eu quero namoro sério, fidelidade e querer estar comprometido com o crescimento mutuo...
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2020.07.07 02:01 Just_a_Neko_03 Sou Babaca Por Tentar Tirar Minha Melhor Amiga De Um Relacionamente Abusivo?

Olá Luba, Editores, Gatas e Turma q está a ler. Sou amiga de uma menina a 12 anos, somos melhores amigas e já passamos por muito juntas, ela é como uma irmã pra mim e eu quero a melhor para ela. Esse ano a Carls ( Vou chamar assim pra censurar o nome dela ) Começou a namorar o Varls logo depois de sair de um relacionamento complicado, até ela falou q começou a namorar o Varls por carência. Eu pensei q tava tudo bem, e ela é do tipo q é bem aberta com os amigos, só q desde de q ela começou a namorar e eu n fui com a cara dele ( n q eu tenha kkk ) mas fiquei suave afinal o relacionamento era dela. Depois de uns meses namorando com ele, ela começou a agir estranha, ela me ligou as 2 da manhã bêbada falando q ele tinha terminado com ela e eu tentei convencer ela a ir dormir pra não fazer merda. No dia seguinte ela me disse q era uma pegadinha dele e q eles estavam juntos, o tempo passou, e aconteceu outra treta, a Carls ama usar roupas com um pouquinho de decote e a sogra dela disse q isso n era coisa de deus e tratou ela q nem lixo no dia q a Carls foi conhecer ela.O Varls em vez de defender, começou a dizer q ela era uma p*ta q ia morrer no inferno, disse q a pequena Carls dela era arrombada por ficar dando pra todo mundo e muitas outras coisas. Ele fico enxendo a cabeça dela disso, e no final quem tava se desculpando toda hora era ela. Ele parou de ser carinhoso depois q ele conseguiu o q queria e ela continuou atras dele. Ela vive chorando pq ele ta sempre discutindo e joga toda a culpa de tudo nela. Ele ficou puto com ela pq ela postou uma foto no facebook sozinha e uma ex amiga comentou, ele xingou tanto ela e ameaçou de varias formas ate ela apagar o comentário e eventualmente a foto. Ele fica controlando com quem ela pode ter amizades, as fotos q ela posta, com quem ela conversa e +. Eles tinham terminado de novo mas ela voltou pra ele pra agradar a vó e por medo da sogra querer tirar satisfação com ela.( Eu sempre tava tentando fazer ela ver q ele abusa dela mentalmente, humilha ela mas ela fala q eu to errada, já tentei diferentes meios de fazer ela abrir o olho mas ela nunca me ouve, sei q ela tem mais de 5 chifres mas ela não acredita em mim mesmo eu tendo mostrado literalmente um video dele beijando outra e muito mais )Quando ela me deu as noticias q no caso foi ontem, eu tinha bebido umas e acabei falando oq não devia ( Eu n sei como colocar print, primeira vez aqui ;-; ), fui grossa e acabei soando idiota e eu sei disso, até mesmo q desculpei com ela e ela aceitou, mas agr estou sabendo q eles estão planejando casar e eu sei q n vai demorar muito pra ele levantar a mão pra bater nela já q ele ja deu um tapa na cara dela... então, sou babaca por tentar separar os dois? Desculpa se a historia foi confusa ;-;
Edit 1: Conversei com ela hoje novamente e ela está com medo de estar grávida dele. Obs: Ela é menor de idade
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2020.06.14 23:31 fwckwings eu sou o babaca por ter quase processado a minha ex namorada?

olá, luba, gatas, ex papelões e turma que está a ver. essa é a minha primeira vez participando e vou expor a história mais traumatizante da minha vida, e melhor ainda, você e a turma vão decidir quem foi o asshole nessa história, chega de enrolação e vamos lá ps.: eu sou paulista de o seu melhor sotaque
bom, antes de tudo vocês precisam saber o contexto. eu sempre foi bem geek e sempre ligado com o celular, e com isso, acabei entrando em um rpg de whatsapp da marvel&dc. eu era apenas um guri de 13/14 anos de idade com os hormônios as alturas porém sempre fui muito tímido e, até hoje, não dou o primeiro passo. mas até aí ok, existia uma menina, vamos chamá-la de karls, ela era a mais velha desse grupo, sempre interagindo com todo mundo e a mais bonita, e eu como um garoto que se “apaixonava” por qualquer pessoa que respirava perto, e é óbvio que eu não ia deixar de gostar dela, porém, ela era mais velha do que eu e morava no rio de janeiro porém ela ia na ccxp daquele ano e aquela foi a primeira vez que nos se encontramos, e PORR* me apaixonei mais ainda.
beleza, quando começou o ano ela se declarou para mim e eu SURTEI porque era tudo o que eu queria e é óbvio que eu disse que era recíproco e a gente começou a namorar. ela vivia me dizendo que ia se mudar para são paulo, ela já era de maior, e que ia estudar na usp e que íamos ficar juntos, mas acabou que nós terminamos. porém, não mudou nada, a gente continuou se falando tanto no pv como no grupo, e quando estava chegando a ccxp eu convidei ela para ficar na minha casa para não gastar com hotel e ela aceitou E É AQUI QUE COMEÇA A HISTÓRIA
eu perguntei para ela se quando ela chegasse ela ia querer ficar comigo nékkjjjjjj e ela disse que era óbvio e foi como se tudo o que eu sentia tivesse voltado no tempo, eu literalmente contava os dias até a ccxp para eu buscar ela no aeroporto, e quando esse dia chegou, eu usei um aplicativo (n vamos fazer propaganda aqui) para ir até o aeroporto, eu levei uma plaquinha escrito “bem vinda, gatinha comunista” pq era um apelido que a gente usava, ok a gente se abraçou surtamos e tals um adendo aqui: ela tinha 20 e eu 15. beleza, chegamos em casa, eu apresentei ela para a minha mãe e a gente foi para o quarto ela arrumou as coisas dela e eu estava MUITO NERVOSO aí beleza, ela se trocou e eu apaguei a luz deixando a janela ligada, coloquei uma música no fundo, deixando a playlist que eu fiz pra ela de aniversário tocando no fundo mas acabou que eu só abracei ela e a gente ficou de conchinhakjhhhhhhhhjkkkkkkhhh ok
a ccxp foi incrível e blá blá blá a gente ficava de mãos dadas até que chegou um dia e ela disse que não ia se sentir confortável ficando comigo porque eu era mais novo e eu falei que tudo bem. passou um tempo, e eu e as pessoas do grupo começamos a brigar porque eu havia “perdido a minha essência” como eu estava PUTO eu desliguei o meu celular e fui dormir quando eu acordei no dia seguinte o meu amigo havia mandado várias mensagem falando que a KARLS DISSE PRA TODO MUNDO QUE EU TINHA ABUSADO DELA, (ela vivia falando que me amava, inclusive no meu aniversário ela fez mo textão) e foi aí que eu fiquei mais puto ainda porque todo mundo do grupo começou a me chamar de estuprador sendo que eu não tinha feito n a d a, eu contei para a minha mãe e ela mandou mensagem para a garota falando que ia processar ela por estar mentindo com uma coisa dessas e ainda mais eu sendo de menor (meu quarto tem uma câmera para quando vem essas pessoas em casa não dar merda né a gente tem provas) enfim e eu não tinha feito nada eu fiquei muito traumatizado e no final eu descobri que tudo o que eu senti por ela era carência e que eu sou gay e graças a deus nunca mais ouvi falar dela
é isso, luva e turma
votem ai e fiquem bem :)
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2020.06.13 15:03 Yunna_sata Quando eu namorei um Nice guy que tentou ir além dos limites

Olá Luba, editores, Tuxo, seres visíveis e invisíveis, e turma que está a ver.
Essa é uma das histórias que quando eu me dei mal em um relacionamento. São 4 anos de história, por isso ficou grande, mas tenham paciência comigo.
Minha história é a seguinte. Estávamos no início de 2016, eu tinha 12 anos e estava no 7° ano, eu tinha acabado de mudar de escola. No terceiro dia de aula peguei uma conjuntivite horrível e fiquei mais de uma semana de atestado (já começou tudo ótimo). Mais ou menos em abril conheci duas pessoas do 1° ano do ensino médio (a escola deles fica literalmente descendo a rua). Eles me apresentaram a mais dois garotos, um que não precisa ser mencionado e o dito cujo que vamos chamar de macho. Naquela época meus pais era muito preocupados e eu tinha sido ameaçada por um grupo de garotas (depois conto essa história) então sempre que eu pegava o ônibus ou estava chegando eu tinha que avisar meus pais. O macho (que tinha 17 anos nesse ano) perguntou minha operadora e pediu meu celular emprestado pra ligar para a namorada dele, eu emprestei. Ele ficou lá uns três minutos falando com ela, então me devolveu. Na semana seguinte ele me contou que ela tinha terminado com ele. Mas não foi um término normal, ele olhava pra QUALQUER coisa e falava "isso me lembra a Elly" (vamos chamar ela assim). E isso já estava me irritando, mas não falei nada. Então um certo dia decidimos começar a ficar, podia ser bem normal se eu não soubesse que ele estava me usando para esquecer a Elly, mas eu nem me importava pq eu meio que também estava querendo esquecer um forte acontecimento na minha vida (tem relação com as meninas que queriam me bater). O macho não aceitava ser contrariado, ele ficava me mordendo e dando tapinha leves no meu rosto, mesmo eu falando várias vezes que odiava isso, sempre que podia ele falava que a Elly botou 5 chifres nele, além de que ele ficava tentando passar a mão no meu corpo. Quando íamos completar 3 meses só ficando, ele simplesmente me largou e disse que tinha voltado pra Elly, achei super estranho, mas tá neh. Vamos para 2017, eu tinha me afastando um pouco do macho, estava com um novo grupo de amigos, muito melhor ainda por cima. Conversávamos as vezes só por mensagem. Na semana do meu aniversário de 14 anos ele foi me ver (se eu não me engano, nesse ano meu aniversário foi no domigo) então na segunda ele foi me ver [meu aniversário e dia 18 de junho (Quinta que vem ♡) e o melhor amigo dele faz aniversário dia 19] nós ficando e tal. Umas semanas depois descobri que no dia 18 ele tinha pedido uma garota em namoro, então no 19 que eu fiquei com ele, ele estava lá pleno traindo a nova namorada dele, que por consciência tinha o mesmo nome que a ex que "chifou" ele. Em 2018 as coisas estavam bem entranhas, mas nada fora do "normal". Eu tinha conhecido um garoto (vamos chamar ele de Felipe) incrível no meu curso, e eu estava cada vez mais encantada por ele, como o metal que atrai o imã. Mais ou menos nas férias de meio de ano eu decidi me isolar de todos, ou quase todos, eu só conversava com a minha família e com Felipe. A maior parte do meu tempo eu ficava assistindo anime e contando as história pro Felipe, estávamos numa vibe muito boa, e eu já estava suspeitando que estava apaixonada por ele. Até que um dia quando eu estava maratonando meus animes o macho me manda mensagem, por educação respondo 3 horas depois. Ele sempre ficava me mandando várias mensagens me atrapalhando, e se eu demorasse para responder ele ficava putinho. Ficou nisso por alguns dias, eu o ignorava, pq eu estava focada numa pessoa bem melhor. Como em todas as férias, fui pra casa do meu primo, então eu estava lá tranquila fazendo altos nadas, até que um ser começa a me ligar, o macho não parava de implorar por atenção, dizia que falar com ele era a coisa mais importante que eu tinha pra fazer. Mas eu podia ficar babando pelo meu crush, acho isso mais legal. Até que o macho cansa de implorar por atenção e diz que quando voltar as aulas vai me ver. E assim ele fez, no primeiro dia após as férias ele vai lá na escola me ver. Foi ate que legalzinho falar com ele na entrada até que ele tentou me beijar. Quando ele fez isso eu simplesmente entrei na escola. Na saída eu estava com dois amigo o Ron e a Rachel, até que encontramos o macho (ele foi me buscar '-'), subimos até o ponto de ônibus onde os meus maravilhosos amigos me deixaram sozinha com o macho. (Acho que alguém vai ficar com raiva) Ele simplesmente me prenssou na parede e começou a me beijar e a passar a mão em mim, para tentar escapar eu tentava empurrar ele, que se apertava cada vez mais a mim, e já que ele estava me beijando eu tentava morder o lábio dele na esperança de machucar. Eu vi que meu ônibus estava vindo então eu corri pra sair de perto dele. Dentro do ônibus eu briguei com a Rachel dizendo que foi errado ela me deixar sozinha com o macho escroto. Chegando em casa lá estava ele me mandando mensagens, eu falei que aquilo foi errado e que eu poderia denunciar ele por tentativa de abuso. Ele disse que eu claramente estava gostando, que eu deixei ele super excitado, que eu era o amor da vida dele. E falou várias coisas do tipo. Eu joguei na cara dele tudo que ele fez comigo desde 2016, que ele já tentou várias vezes me levar pra cama, que ficava passando a mão no meu corpo, me seguiu até em casa, me mandou fotos do pinguliroliro e que agora tentou abusar de mim em um ponto de ônibus LOTADO. Ele simplesmente ignorou tudo que eu disse é falou que estava querendo entrar pro exército. Eu falei que ele podia ir com a culpa de ter quase abusado de uma menor de idade, ele só riu e disse que foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida e que ele me ensinou a beijar e blá blá blá. Eu bloqueie ele. Em setembro de 2018 eu comecei a namorar o Felipe e estamos juntos até hoje (1 ano e 9 meses). Mas a história não acaba por aqui. Em 2019 eu vou pro primeiro ano, era a mesma escola que o macho estava estudando (reprovou duas vezes no ensino médio e uma no fundamental), o Felipe e a Elly também estudavam lá. Eu era do turno vespertino e todos os outros do matutino, mas o macho sempre esperava eu chegar pra poder ir embora, nem meu namorado fazia isso. O Macho ficava me perseguindo para todos os lados, até que finalmente foi pro exército. Como eu fazia parte do integral eu conseguia ficar mais tempo com o Felipe que também era do integral, até que um dia conheci a Elly (ela tambem era integral), e viramos amigas (o macho escroto sempre dizia que nunca nos daríamos bem), um dia estávamos conversando e eu contei tudo que o macho escroto me dizia sobre ela, inclusive sobre os chifres. Ela me contou que era tudo mentira e que na verdade ele era um cara super abusado, que já tentou forçar ela a fazer coisas várias vezes, e ela também me disse que tem até denúncias contra ele na policia. O ano passou e cultivamos um ódio múltiplo pelo macho escroto, até que ele pareceu lá na escola e me pediu perdão. Ele acha que eu aceitei, mas fazer o que. Esse ano recebemos a notícia que ele iria sair do exército e voltar pra escola, mas não sabemos pq começou a quarentena.
Link para os prints: (http://Prints "Quando eu namorei um Nice guy que tentou ir além dos limites" https://imgur.com/gallery/i4Jrk1U)
Obs: não achei todos então pode estar meio confuso.
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2020.02.29 01:54 Ofeliaabgail Realmente sou bi? (post em pt-br)

Olá pessoas, meu inglês é péssimo, então escreverei em português brasileiro mesmo, espero que entendam :) P.s.: sou nova no reddit, não sei usá-lo muito bem ainda :/ Desde minha infância eu me sentia atraída tanto por homens quanto por mulheres (infelizmente fui uma criança sexualizada muito cedo, mas isso não entra em questão agora) e não via problemas desde que guardasse essa informação pra mim. Aos 14 anos, comecei a namorar uma garota, até então já havia ficado com meninas e meninos e estava bem com minha sexualidade. Nossa relação durou um pouco mais de 1 ano e meio, infelizmente não suportamos mais que isso, sofremos muito com homofobia: eramos expulsas de lugares públicos (exemplo: shoppings), agredidas verbalmente na escola pelos diretores, tivemos amizades desfeitas, sem contar que nossas relações com nossos pais se tornou caótica. Nosso amor não suportou ao inferno criado para nós e ela resolveu terminar tudo comigo, mesmo nos amando bastante ainda e com um projeto de uma vida inteira juntas. Na época eu já havia sido diagnosticada com depressão, meu quadro piorou depois do término, adquiri características de uma pessoa automutiladora e suicida. Minha mãe, por sua vez, nunca viu com bons olhos o tratamento com antidepressivos, ela era a única da família que sabia da minha condição e era legalmente responsável pelos medicamentos, já que eu ainda era menor de idade. Minha mãe interrompeu meu tratamento (por puro preconceito) e me deixou "a ver navios". Por algum milagre ou seja lá o que for, consegui superar algumas destas coisas ruins, mas ainda assim, hoje aos 20 anos, ainda sofro com depressão e traumas pelo relacionamento que não deu certo. Eu não consigo fazer planos a longo prazo para minha vida e por isso tenho pouca motivação para acordar todas as manhãs e continuar respirando. Sei que se me apaixonasse novamente por uma mulher, aceitaria tranquilamente esse sentimento, mas provavelmente a relação não ultrapassaria o sexo casual ou um relacionamento escondido, não por vergonha, mas sim por saber que o mundo reserva à uma pessoa homo/bi é muito cruel e talvez eu não conseguisse suportar. Mesmo assim, com todo esse contexto, fico na dúvida se realmente sou bissexual (por me atrair tanto por homens e mulheres) ou se apenas tenho fetiche em mulheres por ter em mente que não assumiria mais uma relação séria com uma (ao contrario de um homem). Então, sou mesmo bissexual ou apenas estou fetichizando as mulheres?
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2017.09.25 21:45 botafora01 Sinto que a minha vida já está traçada

Desde já peço desculpas pela muralha e pelo throw away
OK, desde o Ensino Médio eu sofria com algo que eu imagino 90% do Reddit sofreu: não conseguia pegar sequer resfriado. Era extremamente zoado pela sala toda por isso (meus amigos até hoje dizem que eu sou o único da turma que nenhuma mulher chegou), cheguei até a apanhar por isso. Só fui perder meu BV no meu ano de calouro na faculdade e a minha virgindade quando fui num bordel. Eu ficava triste com isso, mas também estava esperançoso: afinal, era um adolescente, estava entrando na faculdade, e todos sempre me louvavam por, segundo eles, eu ser muito inteligente. A menina que eu gostava na época, e que até hoje é uma amiga (e que eu passei a maior vergonha da minha vida, ao me declarar pelo fucking MSN), vivia brincando dizendo "O nerd de hoje é o cara rico de amanhã". Boas memórias.
Chegou 2013, e eu entrei na faculdade. Não fui maravilhosamente bem no ENEM, mas consegui uma bolsa integral em Administração em uma bela universidade. Escolhi Adm por pensar que o mercado estava bom e por ser noturna, o que me permitiria trabalhar. Nesse período, perdi meu BV e fiquei com outra menina uma vez, num espaço de 9 meses. Pra mim, isso era o ápice, eu era o deus da conquista, mesmo que meus novos amigos me zoassem de "pega ninguém" do mesmo jeito. Nessa época, eu baixei o Tinder e conheci o meu primeiro namorico, vamos chamar de Ana. Ana morava a 3h30 de viagem, então era praticamente um namoro à distância. Ficamos algumas vezes, 3 meses depois começamos a namorar e, depois disso, ela passou o mês seguinte dando desculpas para eu não ir lá. Chegou fevereiro, veio o carnaval, e ela disse que estava passando mal. Foi para o hospital e detectaram leucemia. Óbvio que eu pirei, queria ir pro hospital dela de todo jeito, mas ela nunca deixava, dizia que os pais me viriam, iria arrumar encrenca, ela iria ver um momento que estivesse sozinha. Se passaram 5 meses nesse tormento, hora ela dizia que estava boa, hora dizia que estava mal, quimio e afins, até que meus amigos de sala fizeram uma intervenção comigo, mostrando que não havia nada em rede social nenhuma dela a respeito de câncer, mostrando que ela estava postando normalmente sobre coisas cotidianas e que era a maior retardadice do mundo eu não ter ido nenhuma vez ver ela. Eu fiquei meio balançado, até porque meus pais concordavam com este ponto de vista, mas fiquei meio irregular com ela. Pouco mais de um mês depois disso, ela disse que tinha tido alta, tinha encontrado um ex, tinha ficado com ele e queria terminar. Não lamentei muito, até porque isso ocorreu em um espaço de uma semana, no máximo. Terminei e, desde então, ouvi dela duas vezes na vida. Passou.
Vale mencionar que, nesse meio tempo, a minha vida em casa havia melhorado demais: durante meu período de Ensino Médio, minha adolescência se resumia a passar finais de semana com minha mãe em bares, vendo ela entrar quase em coma alcoolico com as amigas e outros finais de semana na casa do meu pai, vendo ele ficar bêbado e chorar no meu ombro sobre ele ser um fracassado que não conseguiu sequer manter um casamento. Quando eu terminei, minha mãe já estava mais centrada (como está agora), saindo ocasionalmente e socialmente, e meu pai parou de beber após enfartar e voltou a ser o cara extremamente trabalhador que eu sempre admirei. No fim do meu primeiro ano de faculdade, eu passei a estagiar em um instituto federal. Ao mesmo tempo do término que eu disse acima, eu fui chamado para um concurso temporário, em outro órgão público, bem mais perto de casa.
Poucos meses após eu terminar com a Ana, entrou em cena a pessoa que eu, de fato, considero como a única que eu namorei. Vamos chamar ela aqui de Beatriz. Beatriz me chamou no Facebook, para brincar sobre uma postagem que eu havia feito (já havíamos tido pequeno contato ainda no colégio), e daí começamos a conversar. Dois meses depois, ficamos e, 5 meses depois, começamos a namorar. Ela perdeu a virgindade comigo e, na prática, eu também perdi com ela (transei com prostitutas umas 4 vezes antes. Fiz exames, por precaução, e não deram nenhum reagente). Eu aprendi demais a me aceitar com ela, nós tínhamos a mesma personalidade, ela era a primeira pessoa que não só não me julgava por meus interesses, como me incentivava a seguir eles. Não me cobrava nada, eu não cobrava nada dela, mas conversávamos de forma quase ininterrupta das 7 até meia noite. Com ela, no entanto, eu descobri algo que já havia visto antes nos bordeis: não sei o que me causa, mas com certeza eu tenho ejaculação precoce. Fui em um urologista, que me disse que era algo psicológico, que eu só precisava "me desligar". Tentei os exercícios que o próprio Reddit indica, mas nunca funcionava. Usei camisinha anestésica 2 vezes: uma vez foi uma maravilha, na outra estourou e eu traumatizei. Sempre me sentia extremamente culpado e furioso comigo mesmo após cada fim de penetração, mas o que atenuava era a presença dela, que sempre me dizia que não ligava, que eu conseguia deixar ela no céu somente com as preliminares, que não ligaria de passar por isso por não sei quanto tempo. Tudo que eu me julgava errado, ela me mostrava que não ligava. Eu me sentia num porto seguro com ela, e isso me impulsionava na faculdade: eu imaginava que iria me formar em um emprego na iniciativa privada, sem "data de validade" como meu emprego temporário, e que, 1 ou 2 anos após isso, estaria casado com ela. O único motivo de discussão que tínhamos era que ela tinha total ojeriza de tornar público: não podia postar nada com ela no Facebook, não podia atualizar status de relacionamento, não podia ir conhecer os pais dela, que "iriam proibir completamente". Mesmo os amigos eu só vi 2 vezes (uma outra vez eu não pude ir por motivos profissionais). Eu sempre entendi que isso era um receio dela, então, mesmo um pouco frustrado, eu aceitava. No que eu terminei minha monografia, estava preocupado com a questão do mercado, mas nada demais. Até que veio o dezembro, 1 ano e 4 meses após começarmos a ficar.
Eu estava na faculdade, pegando os convites de formatura, quando ela mandou o tradicional "precisamos conversar". Resolvemos por texto mesmo: ela disse que gostava de outra pessoa, e que se sentia culpada namorando comigo com interesse em outro. Aceitei, triste, e demos um tempo. 2 dias depois, um amigo me manda uma foto no perfil de um rapaz, que era o mesmo que ela gostava: ambos deitados, ela de top e ele sem camisa, e uma descrição bem...insinuante. Óbvio que eu pirei, liguei para ela, tivemos uma baita discussão, mas, depois disso, esfriou. Acabamos nos vendo, e ficando de novo. Ela terminou com o rapaz, mas ainda jurava de pés juntos que aquela foto era uma coincidência, que ela não havia me traído, que jamais faria isso, que era íntegra. E ficamos uns bons 3 meses indo e voltando até que, em abril, ela me mandou um testamento contando tudo: numa segunda, ela estava na casa de uma amiga, com este rapaz e o cara que a amiga estava pegando. A amiga e o peguete dela começaram a dar uns amassos no local e, segundo ela, ela não conseguiu "resistir" e montou no cara. Uma traição espetacular, que até hoje eu uso como humor auto depreciativo. Fiquei em choque por um tempo, mas, contra os conselhos de todos, perdoei ela e voltamos a namorar. Mas não era a mesma coisa. Ainda era maravilhoso por um aspecto, mas, por outro, ela estava insegura com o relacionamento (dizia que se sentia culpada por ter "estragado tudo por um impulso") e eu estava inseguro com tudo, precisava de validação dela pra tudo, principalmente no que tangia sexo. Eu já era inseguro sexualmente antes, agora era 3x mais, então eu basicamente a induzi a me contar toda a experiência sexual dela com ele, até eu me sentir menos perdedor. No entanto, eu estava começando a me recuperar em junho, estava me reencontrando, entendendo que estava apertando ela desnecessariamente (uma amiga teve essa conversa esclarecedora comigo). Então, tanto como solidificação como um pedido de desculpas, eu planejei uma viagem para nós, no dia que ficamos pela primeira vez, que cairia num sábado. Disse para ela os planos, ela ficou elétrica, empolgada, começou a me mandar links do local, brincar com meus planejamentos e afins...e, na semana seguinte, pediu para terminar. Disse que nunca esteve certa sobre nós termos voltado, que ela ainda me amava, que ainda sentia tesão comigo, mas que não se sentia pronta para um relacionamento sério, e "não queria me magoar". Aceitei, até mantive o contato, pq, nesse meio tempo, ela virou a minha melhor amiga. Mas o mesmo amigo da vez anterior me mandou um print de uma conversa dela com a irmã dele, dizendo que tinha terminado por estar afim de outro cara, e eu reconheci o sujeito: era um cara que ela falava horrores bem dele, "ah, fulano fez isso, fulano fez aquilo, me ajudou com x, um cara foda, faz não sei o que". Não sei se ela me traiu, mas tal conversa era de 1 dia e meio após termos terminado, e ela já havia ficado com tal cara. Não sei se ela me traiu de novo, mas a confrontei (não falei do meu amigo, obviamente, disse que a vi na rua) e ela manteve que não me traiu, mas que, dessa vez, poderia ficar com quem quisesse pq "fez a coisa certa". Eu disse que não conseguiria conversar com ela enquanto ainda tivesse sentimentos, ela disse que entendia, mas que queria saber de mim, que eu ainda era "o melhor amigo" dela.
Isso faz um mês e meio. Eu não consigo deixar de me sentir mal. Eu podia ter feito tanta coisa melhor, mas não fiz. Ela me traiu, possivelmente duas vezes, e tudo que eu consigo fazer é me culpar. Eu só não a chamei ainda pq imagino ela ficando com esse cara, que é melhor que eu em tudo: mais bonito, com uma barba farta de lenhador, com uma carreira já estabelecida, carro na garagem, mora sozinho e afins. O que me leva ao lado profissional: a sala da faculdade se reuniu para um churrasco há 3 semanas, estávamos conversando sobre empregos e eu concluí algo: apesar de que eu (e eu sei quão arrogante isso soa) ter feito que metade da sala ganhasse um diploma, eu sou o único dali sem um emprego minimamente fixo e tenho um salário que é o menor de todos, com vantagem. Todos falam que eu vou ganhar 3k, 4k logo, mas eu já cansei de tomar portadas de empresas. Gasto com passagem, gastei com um terno novo, gravata, e tudo que eu consegui foram muito obrigados, mas uma parcela da minha sala que literalmente não consegue entender que 50% e 0,5 são a mesma coisa (eu tive que ensinar manualmente regra de 3 simples e cálculo com números decimais quando estudamos Matemática Financeira) estão em empregos bons na iniciativa privada, comprando casas e carros. E, de todos ali, só uma me arrumou entrevista na empresa dela (que eu não consegui, principalmente por dita empresa estar num processo de fusão). Quatro conversam ocasionalmente, e o resto só entra em contato pedindo para que eu faça para eles provas de inglês de processos seletivos ou provas da faculdade (para os que ainda não se formaram).
Eu estou fazendo Contabilidade agora, vendo se consigo recomeçar, mas estou extremamente desiludido. Não sei o meu problema, mas o que eu imaginava quando entrei na faculdade não aconteceu. Eu sou um total fracassado no mercado de trabalho, e dificilmente vou conquistar algo além de pular de trabalho em trabalho de escritório, para tirar 2 salários e soltar rojão de alegria por não estar desempregado. Na verdade, eu já imaginava algo nessa linha desde o último semestre, mas, além da esperança mínima, eu carregava que iria ter uma família. Alguém me aceitava, alguém me amava. Hoje, eu vejo que nem isso. Nesse mês e meio pós-término, eu percebi como meu stock está horrorosamente baixo. Ouvi diretamente de uma estranha (no Tinder, vale dizer) como eu sou "feio, com cabelo estranho e roupas deprimentes". A maior parte dos meus amigos disse que eu vou achar alguém, mas só uma amiga me apresentou para alguém (Spoiler: eu quis levar pra amizade pq esta pessoa demonstrou 0 interesse romântico em mim, mas temos muitas afinidades de gostos. Não quero que alguém legal se perca só por não querer abrir as pernas pra mim em qualquer futuro).
Então, qual a conclusão? Para relacionamentos, eu sou a tempestade perfeita: meus gostos não são nada pop, meu estilo de roupa desagrada geral, minha voz é deprimente, eu sou lerdo, distraído, amo entrar em rants gigantes quando me empolgo (vide este texto) e, mesmo que alguma garota um dia resolva passar por isso tudo, o prêmio dela será ter de viver com sexo oral recheado por 30s de penetração, num dia bom. Nenhuma mulher no mundo quer se relacionar com um homem que precise fazê-la ter um orgasmo com masturbação pq não aguenta chegar a 1min de penetração. Ou seja, eu até posso tropeçar em alguma peguete (sim, essa é a palavra, tropeçar. Um incidente do acaso, como foi com a minha ex), mas nenhuma jamais chegará a ser de longo prazo. Dificilmente eu terei uma família. E, sem uma família, não há nada para contrabalancear o fato de que eu sou um fiasco profissional. O "menino gênio" do colégio, o "cara que vai ganhar 7000 daqui 3 anos" da faculdade nada mais era que uma pessoa com um par de neurônios no meio de um grupo de pessoas com bases educacionais mais fracas que a minha e, principalmente, sem interesse algum em estudar. Numa sala focada, eu teria de me esforçar para estar no meio do pelotão. Eu sou mediano intelectualmente e, profissionalmente, sou um lixo que não conseguiu fazer networking na faculdade e, hoje, irá ter de viver de escritório em escritório, sem nenhum breakthrough.
Minha vida parece estar desenhada para ser a definição de um fiasco, de um total e completo desperdício de oxigênio. Mas eu tenho uma missão: cuidar dos meus pais. Ambos dependem demais de mim psicologicamente, ambos me amam mais do que qualquer outra coisa. Sem a minha presença aqui, a vida dos dois colapsaria. Sinto que eu só vim ao mundo para ser o pilar da vida de ambos. Então, eu tenho que ir empurrando a minha vida enquanto ambos estão vivos, tentando ao máximo não embaraçar eles mais. Decidi que vou viver a vida no limite nesse meio tempo: finalmente comecei a fazer academia (minha postura sempre foi torta e, nos últimos 2 meses, eu ganhei peso. Quero eliminar essa pança antes que ela vire um problema), fui ao Maracanã mês passado ver a ida da Copa do Brasil (sou de MG), devo receber uma indenização boa quando sair daqui e estou planejando um mês de curso de inglês na Europa (meu inglês é bom, mas não é perfeito e isso sempre me incomodou horrores, sem falar que conhecer a Europa é O sonho que eu tenho de vida). Será o meu maior highlight, e a única loucura que eu me permiti fazer. Quando voltar, vou fazer o que gosto e, mais importante, vou cuidar dos meus pais, de tudo que eles precisarem de mim.
Não sei o que o futuro reserva pra mim, mas, pensando com lógica, eu devo chegar nos meus 35/40 anos quando ambos meus pais falecerem. Quando isso acontecer, serei um solteiro entrando na meia idade, possivelmente com pouca experiência sexual que não envolva garotas de programa, num emprego pouco satisfatório e sem nenhum amor que tenha sido recíproco e que não acabe na mulher se cansando de um cara patético e percebendo que praticamente qualquer coisa é melhor que eu. Será covardia, alguns sentirão tristeza, mas será temporário, todos irão superar, e haverá um pouco mais de oxigênio no mundo.
A minha mente ainda tenta, em alguns momentos, achar alguns cenários de ilusão, de que algum milagre irá acontecer, mas não irá. Eu sei que não. Profissionalmente eu fracassei. Academicamente eu fracassei. E, amorosamente, eu também fracassei. Vi que não basta achar alguém que aguente a minha personalidade, ela não irá suportar alguém que trata preliminares como Evento Principal, e eu irei morrer com esta condição.
Por mais paradoxal que seja, pensando assim eu estou aprendendo a abraçar o que eu gosto. Eu gosto de ler. Eu gosto de sair para comer e voltar para casa. Eu gosto de esportes. Eu gosto de escrever. Eu gosto de viajar. Não vou mudar o que eu gosto pelos outros, até porque será inútil, resolver um sintoma não cura a doença, e não há remédios o bastante para curar todos os sintomas dessa doença chamada eu. Fico feliz pelos meus pais existirem, pq, se não fosse por eles, eu teria sido um fiasco absoluto em vida. Fico feliz pelo meu último namoro, pq eu nunca me senti mais feliz do que numa tarde de sábado, quando ela disse "te amo" pouco antes de cochilar no meu peito. Eu fui feliz com o amor, e, por causa dela, eu aprendi que todo relacionamento que eu entrar, obrigatoriamente, terá um fim unilateral. Eu vou ser feliz com meus outros desejos, concluir meus hobbies, fazer o que eu gosto, e cuidar de quem me ama incondicionalmente, até o fim deles. Dali, serei eu que terei meu livramento.
Eu precisava contar isso pra alguém, mas não quero que tratem isso como um pedido de ajuda, pq não é. Meu real objetivo de vida sempre foi ter uma família minha, ter um filho em uma casa estruturada e passar meu conhecimento adiante. Eu já sei que, por questões psicológicas e físicas, isso jamais acontecerá. Quando meus pais se forem, eu literalmente não terei mais o que fazer aqui e, se tudo der certo, eu terei realizado ao menos uma parcela boa dos meus outros sonhos. Eu estou tranquilo quanto a isso. Talvez ainda sinta, de novo, a dor de ver alguém me trocando por outra pessoa melhor, mas agora eu sei que isso acontecerá. Doerá menos, eu espero. E, se nem isso eu conseguir, bem...dois salários por mês dá para pagar por sexo.
De novo, desculpem pelo texto gigante.
tl;dr: Todos confiavam em mim, todos achavam que meu futuro seria brilhante. Meu futuro será medíocre, patético e, ao menos, tem uma data para acabar
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